[TOP 10] Fases preferidas - Diddy Kong

Após dois finais de semana cheios de trabalhos da faculdade para fazer e um sábado de descanso, aqui estou para revelar minhas fases preferidas da saga Donkey Kong Country, desafio que o Raphael encarou no início de outubro. Neste Top 10, busquei elencar os estágios em que, ao meu ver, se encontram os melhores resultados da mistura entre dificuldade, cenário e música. Infelizmente, como falei na minha lista das fases mais difíceis, joguei apenas os dois primeiros mundos do DKC3, então talvez por isso não há qualquer menção a este abaixo. Enfim, seguem minhas escolhas.




10 - Millstone Mayhen (DKC)

Introduzindo um inimigo invencível (Gnawty dentro de uma roda em movimento) e outro bastante resistente (Krusha), que não pode ser derrotado por Diddy Kong se o personagem não estiver equipado com um barril, esta é a fase que mais me marcou positivamente no primeiro DKC. Seu cenário pouco comum de um templo com arquitetura semelhante à maia/asteca, ao som de Voices of the Temple, além da possibilidade de contar com a ajuda (divertida) do sapo Winky para desviar dos obstáculos, também contribuíram para isso, claro.

9 - Temple Topple (DKC Returns)

Coincidentemente, meu estágio preferido de DKC Returns traz um remix de Voices of the Temple. Para mim, a experiência mais divertida do game é sair correndo com Rambi e quebrando tudo que aparece pela frente, e essa é a essência deste percurso. Além disso, não dá para esquecer o lindo pôr do sol que apresenta como plano de fundo.

8 - Target Terror (DKC2)

A esta altura do jogo, chego sentindo falta dos percursos sobre trilhos, e este é tão incrível porque conta com toda a atmosfera de parque de diversões (que gosto bastante), com gritos de pessoas se divertindo, barracas, rodas-gigantes, etc., mas também elementos macabros, a começar pelo próprio carrinho da montanha-russa, lembrando que os Kongs ainda estão em uma missão para derrotar os Kremlings. A mecânica de quebrar barris para abrir ou fechar a porta à frente se encaixou perfeitamente, e assustadoramente o barulho que fazem ao serem quebrados fica na cabeça.

7 - Fruit Factory (DKC: Tropical Freeze)

Sem dúvidas uma fase belíssima e desafiadora, com uma série de obstáculos, como brocas, placas com espinhos e hélices cortantes, e um contraste singular entre o colorido das frutas e da vegetação e a monotonia da aparelhagem da fábrica. A melodia que toca aqui é, para mim, a terceira melhor de toda a saga, e somada ao pôr do sol, que pode ser visto nos trechos abertos, incita um curioso sentimento nostálgico.

6 - Wing Ding (DKC: Tropical Freeze)

Deslizar pelos cipós é tão divertido quanto complicado, devido à velocidade, mas, apesar de os trechos sobre grandes precipícios serem a maioria, aqueles em que há um mínimo de plataformas, como o final (em que tudo começa a desmoronar), também são marcantes. As cachoeiras, montanhas e casas de coruja que aparecem em boa parte do cenário instigam a imaginação, e a música que embala a passagem por aqui, complementada ainda pelo som de sinos, está no Top 5 das minhas preferidas.

5 - Busted Bayou (DKC: Tropical Freeze)

Extensa, mas nem um pouco cansativa, e uma verdadeira obra de arte. A tonalidade verde da floresta faz desta a mais encantadora fase do tipo silhueta da saga, e a melodia que escutamos aqui não entrou por pouco no meu Top 10. Ela é grande assim como a fase e, em determinado momento, muda drasticamente o tom, passando do calmo para um agitado contagiante.

4 - Horn Top Hop (DKC: Tropical Freeze)

Se quer um belo e relaxante (mas nem tanto) ambiente de outono, esta é a fase certa. Grandes folhas alaranjadas que caem das árvores é, sobretudo, o que torna Horn Top Hop tão especial, pois servem ainda de plataformas flutuantes para os Kongs. E nos momentos em que não há chão, cipó ou folhas para que se possa prosseguir no cenário, é possível ficar um breve período de tempo com os símios no ar, graças às lufadas produzidas por grandes cachimbos. A música, mais uma vez, é encantadora e combina bastante com todo o resto.

3 - Scorch 'N' Torch (DKC: Tropical Freeze)

É impossível sair de Scorch 'N' Torch e não ficar refletindo sobre como as queimadas (sejam elas naturais ou criminosas) em vegetações são bastante tristes por toda a devastação que causam. É uma fase realmente tocante, tanto pelo fogo que reluz ao consumir as árvores e o mato, como pela música melancólica. A mecânica de podermos apagar as chamas com frutas azuis e da terra em brasa que causa dano se ficar tempo demais sobre ela também são muito interessantes.

2 - Hornet Hole (DKC2)

A casa das zingers proporciona um incrível  misto de apreensão, devido à música frenética e abelhas para todos os lados, com admiração, graças às cores amareladas/alaranjadas vibrantes dos favos e do mel. E aliás, o produto das abelhas aparecendo como obstáculo (quando prende os Kongs no chão) e meio para se alcançar um próximo piso (ao permitir que se escale as paredes da colmeia) agregou de forma muito positiva à jogabilidade. A aranha Squitter, inimiga natural da abelhas, aparecendo aqui foi outra sacada e tanto dos desenvolvedores.

1 - Gostly Grove (DKC2)

Sim, a primeira fase em que Forest Interlude (minha música preferida de toda a saga) aparece é também a melhor de todas para mim. Mas não só por isso, claro. O nível de detalhes de Hornet Hole impressiona, mas o de Gostly Grove vai além, sendo difícil de acreditar que estreou em um console de 16 bits. Os feixes de luz rompendo a escuridão da densa floresta e iluminando diferentes plantas, cogumelos e até mesmo árvores com "rostos" ao fundo é simplesmente encantador. E dos elementos acrescentados à jogabilidade por DKC2, os cipós fantasmas que aparecem neste cenário, com seu grito característico, é um dos mais memoráveis.
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[CURIOSIDADES] Wario seria o vilão do projeto que veio a se tornar Donkey Kong Country

Tudo bem que os Kremlings andam bem sumidos das aventuras da família Kong nos últimos tempos, mas mesmo assim, eles foram os principais antagonistas dos nossos queridos símios. Mas, se uma das ideias mais primitivas da franquia DKC tivesse sido seguida à risca, não só os jogos seriam bem diferentes, como o vilão da história teria sido, ninguém mais ninguém menos, que Wario!

Segundo Gregg Mayles, designer chefe do desenvolvimento de Donkey Kong Country e que adora vazar histórias da criação do jogo, a sinopse dizia o seguinte:
Mario havia criado uma máquina do tempo, e Wario planejava roubá-la para dominar o lugar onde vivem, Nintendo Land. Wario consegue se apoderar da arma, transforma Mario em uma pedra e foge, mas não sem ser visto por um papagaio sem nome. A ave voa até encontrar Donkey Kong, ainda sem sua gravata característica, para pedir ajuda.

Mayles divulgou também algumas imagens do projeto, confira:


Se este projeto tivesse sido concluído, seria o segundo jogo de Wario como vilão; antes, ele já havia antagonizado Super Mario Land 2: 6 Golden Coins.


Via Reino do Cogumelo.
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[TOP 10] Fases preferidas - ラファエル

Olá leitores, bem-vindos a mais um Top 10... que não acontece faz quase um mês. Como já estão cansados de saber, eu e o Diddy Kong estamos com os dias bem agitados, de diversas formas; no meu caso, estive fazendo um curso de edição de vídeo, que acabou no final de setembro, e só agora eu estou conseguindo reorganizar meu tempo, e por isso o blog tem ficado bastante parado ultimamente. Peço desculpas por isso, mas é assim que as coisas serão por algum período.

Mas fora isso, vamos a uma nova lista, desta vez com as nossas fases favoritas de toda a franquia. Assim como comentei no Top 10 de fases difíceis, aqui eu também faço duas ressalvas: a primeira é que eu não joguei o DKC Tropical Freeze, então não tenho como escolher o que mais gostei em um jogo que não joguei; a segunda é que eu adoro fases difíceis e desafiadoras, então não se surpreendam se encontrarem uma fase que não gostem nesta lista. Sem mais enrolações, vamos lá.



10- Bramble Blast (DKC2);
Eu tenho um ritmo bem rápido de fazer as coisas, e toda vez que jogo essa fase, me desafio a completá-la no menor tempo possível, o que se resume a ser milimetricamente preciso na hora de disparar os inúmeros barris-canhões existentes em toda a fase. A belíssima canção Stickerbush Symphony, minha escolhida como melhor música de todas em outro Top 10, se encaixa perfeitamente com o ambiente da fase, deixando-a bem divertida de se jogar.

Outra fase com ritmo frenético. Nesta, devemos usar todos os animais ajudantes do terceiro jogo para passar por todo tipo de armadilha, e quase não lá lugar para descansar. Kremlings que atiram bombas estão estrategicamente posicionados por toda a fase, além de diversos outros inimigos dispostos a barrar nosso avanço, exigindo bastante concentração para não ser vítima de um ataque inimigo no pior momento possível.

08- Poisonous Pipeline (DKC3);
Aposto que surpreendi muita gente com esta aqui, uma das fases mais difíceis do terceiro jogo. Neste encanamento venenoso, nossos movimentos são invertidos na água, o que já me custou inúmeras vidas quando era criança. Isso poderia gerar traumas em muita gente, mas no meu caso, foi um desafio interessante, que fez com que eu gostasse dessa fase e a jogasse com frequência, só para passar o tempo.

Eu gosto de assistir corridas e de filmes de terror. Junte as duas coisas e temos esta fase, onde você é perseguido por um jacaré fantasma gigante e tem que atravessar sua área antes que o tempo se esgote. É adrenalina pura, principalmente na parte onde só tem barris que reduzem o tempo de sobrevivência. Qualquer erro significa morte na certa.

06- Rickety Race (DKC2);
Basicamente repito aqui o que escrevi acima, tirando as partes referentes a filmes de terror. Nesta fase, o objetivo é vencer a corrida, pois o líder da prova guarda a moeda DK. E tudo fica ainda mais insano ao pegar o barril de velocidade logo no começo da fase, o que te faz disparar de tal maneira que é possível atropelar, literalmente, os últimos colocados da corrida. E a fase não tem checkpoint, ou seja, se morrer, volta direto para o início.

Única representante do quarto jogo da franquia, e não é preciso dizer muito sobre esta fase, tudo nela é controlado pelo ritmo da música, um excelente remix de Fear Factory. Como dizia Chapolin Colorado, todos os movimentos devem ser "friamente calculados" para concluir este desafio musical, usando das batidas da música para prosseguir.

04- Rocket Rush (DKC3);
Tida como a fase mais difícil do terceiro jogo, esta já me deu muito trabalho na infância, e talvez por isso, hoje em dia, seja uma das minhas favoritas. É uma coisa curiosa, depois de tantas falhas seguidas, eu fui ganhando mais e mais confiança nas novas tentativas, até que quando consegui passar, nunca mais tive a mesma dificuldade, e a fase, rapidamente, se tornou uma das minhas preferidas da franquia,

Uma fase singular, diferente de todas as outras fases, de todos os outros jogos. No começo, parece mais uma comum, em uma colmeia infestada de abelhas; no caminho, até ganhamos a ajuda do rinoceronte Rambi para prosseguir. MAS, quando menos se espera, uma descida de nível revela ninguém menos que King Zing, o chefe abelha de Krazy Kremland, e a música muda para uma que nem tem como descrever. Nunca um momento foi tão impactante como esse. Medalha de bronze para a fase com o momento mais assustador em um jogo tido como "infantil".

02- Toxic Tower (DKC2);
Mais uma surpresa, afinal, eu não conheço ninguém que diz gostar desta fase. Aqui, em um dos maiores desafios do segundo jogo, temos que subir a torre que, aos poucos, é tomada por um líquido tóxico, no famoso "corra sem olhar para trás". Com ajuda da cobra Rattly, do papagaio Squawks e da aranha Squitter, vencer essa "corrida" fica um pouco mais fácil, ao mesmo tempo em que não há espaço para erros, pois temos que nos livrar de qualquer inimigo o mais rápido possível, antes que o líquido venenoso nos alcance, neste percurso que leva a medalha de prata do Top 10.

De longe a fase que mais gosto em todos os jogos. Uma fase que muda de ambiente cinco vezes, e em cada um destes ambientes, controlamos um animal ajudante diferente, para provarmos nossas habilidades conseguidas ao longo de todo o segundo jogo. Por mais que tenhamos que atravessar um espinheiro em meio a um vendaval, é uma sensação indescritível completar o desafio final que leva a medalha de ouro do meu Top 10.
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[GAMES] Nintendo participará da Brasil Game Show 2019, desta vez com estande próprio

Ausente do Brasil desde 2015, a Nintendo vem, aos poucos, tentando retornar ao país, de diversas formas. E pela primeira vez desde 2012, a empresa estará em terras brasileiras, mais especificamente em São Paulo, na edição deste ano da Brasil Game Show; no ano passado, a Big N esteve na BGS, mas sua participação não foi além da Cosplay Zone.

Desta vez, a gigante de Kyoto estará presente com um estande próprio, com direito a uma demo jogável de Luigi's Mansion 3, cujo lançamento, exclusivo para o Switch, está previsto para 31 de outubro. Além deste, outros títulos clássicos do console híbrido estarão disponíveis, como Super Mario Maker 2, The Legend of Zelda: Link's Awakening, Mario Kart 8 Deluxe, Super Smash Bros. Ultimate, entre outros.

Além dos jogos, o próprio Mario também vai estar por aqui... ou melhor, sua voz: ninguém menos que Charles Martinet já havia confirmado presença na BGS 2019. O dublador norte-americano é responsável pelas vozes de Mario, Luigi e suas versões bebês, além dos vilões Wario e Waluigi.

A Brasil Game Show 2019 ocorrerá entre os dias 09 e 13 de outubro, no Expo Center Norte. Ingressos e mais informações estão no site oficial do evento.
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[GAMES] Nos Estados Unidos, Switch lidera vendas de videogames pelo nono mês seguido; saiba mais

Boa noite, pessoal, tudo bem?
Não foi desta vez também que os concorrentes conseguiram desbancar o Switch da liderança em vendas mensais e anuais, nos Estados Unidos. Dados do NPD Group, divulgados recentemente por seu analista de mercado Mat Piscatella, no Twitter, apontam que o console híbrido foi o videogame mais vendido e o mais lucrativo pelo nono mês seguido, na "Terra do Tio Sam", e superou, portanto, os demais aparelhos em agosto.

No último mês, os consumidores desembolsaram US$ 666 milhões com produtos da indústria dos games no mercado estadunidense, mas o número representa uma queda de 18%, em comparação com agosto de 2018. Ao comparar a venda de hardwares especificamente, a queda chegou aos 22%, para US$ 167 milhões, sendo que o Switch foi o único console a ter maior rentabilidade em agosto de 2019 do que no mesmo mês do ano passado.

Em relação aos games, Piscatella explica que, entre os dez mais rentáveis em agosto deste ano, cinco são da Nintendo, com destaque para Fire Emblem: Three Houses, que alcançou a quarta colocação, e Mario Kart 8, que ficou em sétimo lugar mesmo com a versão Deluxe tendo sido lançada há mais de dois anos. O primeiro lugar do ranking foi ocupado por Maden NFL 20, da Electronic Arts (EA), e a soma de todo o dinheiro gasto com a compra de jogos, no mês passado, parou em US$ 250 milhões, número 22% menor que o do mesmo período de 2018 e pior resultado para agosto desde 1998 (US$ 234 milhões).

Top 10 jogos mais lucrativos no mês de agosto
  1. Madden NFL 20
  2. Minecraft
  3. Grand Theft Auto V
  4. Fire Emblem: Three Houses
  5. Super Smash Bros. Ultimate
  6. Super Mario Maker 2
  7. Mario Kart 8
  8. Mortal Kombat 11
  9. Tom Clancy’s Rainbow Six: Siege
  10. Astral Chain
Nas vendas somadas de todos os aparelhos nos oito primeiros meses de 2019, mais uma queda, que foi na contramão apenas de outro resultado (positivo, na comparação ano a ano) do Switch: os consumidores gastaram US$ 1,6 bilhão com os hardwares, 21% menos que no mesmo intervalo de tempo do ano passado. Também entre janeiro e agosto, o gasto com a compra de games, por sua vez, totalizou US$ 3,1 bilhões, um aumento de 1%, na comparação ano a ano, que foi possível especialmente graças ao desempenho do Switch.
Até mais!
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[CURTAS] Controle Joy-Con articulado é patenteado no Japão

Oi, pessoal, tudo bem?
No começo deste mês, uma discussão iniciada no fórum Reddit trouxe à tona uma patente da Nintendo, que foi tornada pública no dia 5 de setembro, no Japão, e mostra um conceito diferente de Joy-Con. No documento, o controle do Switch aparece com articulação, permitindo que sua parte superior, onde fica o analógico e o botão "-" (no esquerdo), e os botões "A", "B", "X", "Y" e "+" (no direito), possa ser inclinada para trás, mesmo quando o periférico está conectado à tela do console híbrido. Veja algumas imagens a seguir:




Apesar de ter virado pública agora em setembro, a patente foi inscrita no dia 27 de fevereiro de 2018, no Instituto Japonês de Patentes (JPO). O principal objetivo do Joy-Con articulado, segundo consta no resumo da ideia, é justamente "melhorar o grau de liberdade de projeto em relação à forma". Contudo, até o momento, a Nintendo não demonstrou qualquer intenção de começar a fabricá-lo.
Até mais!
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[GAMES] Nintendo anuncia chegada de jogos do SNES ao Nintendo Switch Online

O que era muito esperado, finalmente, foi confirmado pela Nintendo. Durante o Nintendo Direct transmitido ontem, a Big N anunciou a chegada de 20 jogos do Super Nintendo para o Nintendo Switch Online. Além disso, também confirmou o rumor sobre um controle sem fio do SNES para o console híbrido, disponível exclusivamente para os assinantes do serviço online.

Os 20 jogos clássicos, que serão disponibilizados hoje, dia 05 de setembro, são os seguintes:

  • Super Mario World
  • Super Mario World 2: Yoshi's Island
  • Super Mario Kart
  • The Legend of Zelda: A Link to the Past
  • Super Metroid
  • Super Tennis
  • Super Puyo Puyo 2
  • Super E.D.F. EARTH DEFENSE FORCE
  • Star Fox
  • Kirby's Dream Land 3
  • Pilotwings
  • F-ZERO
  • Breath of Fire
  • Demon's Crest
  • BRAWL BROTHERS
  • Joe & Mac 2: Lost in the Tropics
  • Super Soccer
  • Stunt Racer FX
  • Super Ghouls 'n' Ghosts
  • Kirby's Dream Course
Infelizmente, a franquia DKC, que se originou no SNES, não foi liberada neste primeiro momento, mas é quase que certeza que deverá aparecer em breve.


Via Voxel.
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Fangame DKC4 ↓

Fique por dentro das novidades do fangame Donkey Kong Country 4 clicando aqui.

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