sábado, 16 de julho de 2016

[CORRENTE DOS SETE JOGOS] Episódio 2

Fala pessoal, vamos agora ao segundo episódio da nossa série do Corrente dos Sete Jogos. O primeiro episódio teve uma boa aceitação (embora ninguém tenha comentado), então vamos para a segunda parte do quadro, com a participação do outro membro do blog: Diddy Kong.





Nome / apelido: Diddy Kong;
Idade: 17 anos;
Onde mora: São Paulo - SP;
Contato: Diddy Kong (Google+);
Nintendo ID: 1032-2047-4253 (3DS) / GuiRafa (Wii U);
Como iniciou sua vida "gamer": Com apenas 4 anos, "herdei" do meu pai, que não tinha mais tanto tempo para jogar, um Super Nintendo (meu primeiro videogame) com DKC2 e Super Mario World. Pelos três anos que se seguiram me diverti muito com o console, até que com 7 anos ganhei um Playstation 2, o qual manteve minha "paixão Nintendista" adormecida até 2010, quando finalmente passei a entender melhor o mundo dos games e pedi de presente de Natal um Wii, e me assumi um grande fã da Nintendo.

• Jogo que todo mundo fala, mas que nunca jogou:
  • The Last of Us (PS3 / PS4): há bastante tempo tenho vontade de experimentar este que é um dos jogos mais aclamados pela crítica especializada e pelos fãs da marca Playstation, mas não tenho nenhum dos dois últimos consoles de mesa da Sony, e toda vez que vou na casa de um amigo que tem tanto o aparelho quanto o game, acabo jogando outro título e me esqueço deste.

• Jogo / franquia que não tem vontade de jogar de novo:
  • FIFA: apesar de gostar de assistir partidas reais e virtuais de futebol e praticar o esporte na vida real, não consigo me divertir ao "correr atrás da bola" no videogame. Já joguei diversos títulos da famosa série da EA, entre velhos e novos, sempre pensando que passaria a querer ter cada lançamento da mesma em casa, mas não aconteceu.

• Último jogo que jogou:
  • Assassin's Creed III (PS3 / Xbox 360 / Wii U / PC): ganhei este para Wii U como presente em meu último aniversário. Sou fã de Assassin's Creed e agora, quando tenho um tempo livre, já vou logo retomando minha aventura, que não está nem na metade, como o assassino Connor, que luta contra os templários no período de independência dos Estados Unidos.

• Jogo que jogou e que ninguém conhece:
  • Soldier of Fortune (PS2 / Dreamcast / PC): este FPS criado pela Raven Software, publicado pela Activision primeiramente no início do ano 2000, teve duas sequências e chama a atenção por ser muito violento. Nele, os mercenários ("soldados da fortuna") John Mullins e Aaron "Hawk" Parsons, a serviço dos Estados Unidos, devem impedir que um grupo neo-fascista africano, sediado na Alemanha, consiga adquirir armas nucleares de destruição em massa e por em prática seus planos.

• Jogo que te surpreendeu muito:
  • The Legend of Zelda - Ocarina of Time 3D (3DS): eu nunca havia jogado um Zelda antes deste remake do título de Nintendo 64 que é considerado pela crítica especializada como o melhor jogo de todos os tempos, juntamente com Super Mario Galaxy, de Wii. Com uma história imersiva, uma trilha sonora encantadora, gráficos muito bem feitos, ótima jogabilidade e forte uso do efeito 3D sem óculos do 3DS, Ocarina of Time 3D me fez querer comprar cada lançamento da série protagonizada por Link, que o sucederam, e ficar ainda mais admirado por Shigeru Miyamoto.

• Jogo que te decepcionou muito:
  • DreamWorks Super Star Kartz (PS3 / Xbox 360 / 3DS): Joguei a versão de 3DS no aparelho da minha prima por apenas alguns minutos de tão ruim que achei o game em questão de jogabilidade, gráfico e trilha sonora. Eu quis jogá-lo pensando que seria um título como Shrek Smash n' Crash Racing, com o qual me diverti muito no PS2, e acabei perdendo tempo.

• Jogo / franquia que marcou muito sua vida:
  • Donkey Kong Country 2 - Diddy's Kong Quest (SNES): acho que os leitores mais assíduos do blog esperavam por essa resposta, visto que já falei diversas vezes aqui que considero DKC2 como um dos melhores jogos de todos os tempos. Foi com o segundo título da saga Country que me introduzi no mundo dos games, do qual pretendo nunca sair, há 13 anos. A aventura de Diddy e Dixie ainda hoje me cativa com seu gráfico avançado para a década de 90, sua trilha sonora (que combina perfeitamente com o cenário), suas fases desafiadoras, sua mecânica de jogo, seus inimigos... enfim, o essencial para mim ter desejado virar um gamer.



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